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Desde quando foi lançada pela Defensoria Pública do Estado, a EVA, um espaço criado exclusivamente para mulheres vítimas de violência no Pará, já recebeu, em um mês de funcionamento, 20 denúncias de violência. Os dados recebidos até agora indicam qual o quadro em que as mulheres se encontram, diante o isolamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus.

Até o dia 24 de abril, mulheres de Belém, Ananindeua, Barcarena e Marabá denunciaram ao espaço virtual no site da Defensoria Pública que são vítimas de violência. Em relação à faixa etária, entre os 27 e 33 anos, estão os maiores índices de atendimento: 30% no total.

Entre os dados revelados, 55% das mulheres que foram à plataforma digital afirmaram que já foram agredidas. E 80% já foram ameaçadas.  Os dados continuam revelando que 25% das mulheres relataram que a violência iniciou com o começo da quarentena; 35% disseram que já sofriam violência, mas que foi intensificada com período de isolamento e para os demais 40% a violência começou antes da quarentena e permaneceu igual.

A Defensoria Pública continua nos últimos ajustes para finalizar o acesso ao aplicativo da Eva que estará disponibilizado para os sistemas Android e IOS. Vale lembrar ainda que está disponível no site da Defensoria Pública um formulário online, do Núcleo de Prevenção e Enfrentamento à Violência de Gênero, que recebe informações e direciona o atendimento dentro da Defensoria Pública do Estado do Pará. Vale ressaltar que os atendimentos feitos pela EVA são para todo o Estado do Pará.

 

Texto de Gerlando Klinger


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